Policlínica Estadual de Goianésia alerta sobre uso de ansiolítico

Atividade faz parte das ações da unidade do Governo de Goiás na Região São Patrício em alusão ao Janeiro Branco

Rosana Vieira explica, ao público interno da Policlínica, sobre medicamentos ansiolíticos

A manhã desta sexta-feira (21/1) foi de informação na Policlínica Estadual da Região São Patrício – Goianésia. A farmacêutica Rosana Vieira Lima alertou o público interno da unidade sobre o uso consciente de ansiolítico, medicamentos que tratam diversos distúrbios mentais, especialmente a ansiedade. A atividade faz parte das ações da unidade do Governo de Goiás em alusão à Campanha Janeiro Branco, que aborda a conscientização da saúde mental.

Segundo Rosana, a ansiedade e os transtornos de ansiedade são um conjunto de doenças psiquiátricas caracterizadas pela preocupação excessiva ou constante de que algo negativo vai acontecer. “Durante as crises de ansiedade, as pessoas não conseguem se ater ao presente e sentem uma grande tensão, às vezes sem um motivo aparente. Esse problema pode manifestar sintomas físicos, como taquicardia, falta de ar, fadiga, alteração do sono, aumento ou perda do apetite e outros sintomas”, explica.

A farmacêutica destaca que, se a pessoa apresentar sintomas de ansiedade, é necessário procurar atendimento médico. “Cada organismo pode ter uma reação quanto aos ansiolíticos, por isso é preciso receber o tratamento adequado. Não se deve utilizar medicação que amigos ou familiares fazem o uso”, reforça.

Os ansiolíticos são medicamentos que agem na parte do cérebro que controla a ansiedade e tensão. São conhecidos também como calmantes e tranquilizantes. “Eles são utilizados para tratamento de ansiedade, insônia e para reprimir crises convulsivas. Possuem o efeito de diminuir ou extinguir a ansiedade, sem prejudicar excessivamente as funções psíquicas e motoras”, afirma.

Tratamento e cura
Rosana ressalta que o ansiolítico se torna benéfico, proporcionando resultados positivos para tratamento e cura do paciente, quando prescrito pelo médico, que avalia toda a necessidade do paciente e o medicamento correto para o seu tratamento individualizado. 

“Mas é necessário o uso consciente, e que seja prescrito pelo médico, para que possam ser avaliados  todos os critérios. Assim como toda medicação, os ansiolíticos também podem causar efeitos colaterais. Por isso, a necessidade e importância de que a medicação seja prescrita pelo médico, garantindo a segurança do paciente no tratamento.

A profissional falou também da importância da saúde mental. “O nosso corpo, mente e emocional necessitam de atenção. Devemos sempre nos atentar como está nossa saúde mental e realizar atividades que nos alegrem, que tragam calma, paz e emoções boas para nossa vida”, orienta.

Julianna Adornelas/Instituto CEM

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