Vacinação

Todas as informações referentes à vacinação:  saiba quais são as vacinas que devem ser tomadas em cada uma das fases da vida, quem deve ser vacinado, calendário nacional de vacinação, vacinação do viajante, eventos adversos de pós-vacinação, orientações para trabalhadores da sala de vacinação, imunobiológicos e sistema de informações.

Calendário de Vacinação

A Portaria GM/MS nº 1533 de 18 de agosto de 2016 redefine o Calendário Nacional de Vacinação, o Calendário Nacional de Vacinação dos Povos Indígenas e as Campanhas Nacionais de Vacinação, no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em todo o território nacional. O novo calendário contempla vacinas para criança, adolescente, adulto, idoso e gestante. Tanto os imunobiológicos que compõem o calendário quanto as Cadernetas de Vacinação são fornecidas gratuitamente pelas unidades de saúde integrantes do SUS.

As vacinas constantes no Calendário Nacional de Vacinação são de caráter obrigatório e tem a finalidade de assegurar a proteção da população, visando o controle, a eliminação e a erradicação de doenças imunopreveníveis. A comprovação da vacinação será por meio do cartão de vacinação e/ou documentos emitidos pelos serviços públicos e privados de saúde, preenchidos pela autoridade de saúde devidamente credenciada, contendo carimbo da unidade de saúde, número do lote da vacina, laboratório produtor, data da vacinação e rubrica do vacinador.

Campanhas de Vacinação

Covid-19

Influenza

Sarampo

O Sarampo é uma doença infeciosa viral, exantemática, muito contagiosa, transmitida através de secreções nasofaríngeas ao falar, tossir, espirrar e respirar. As crianças desnutridas e imunocomprometidas, principalmente menores de 1 ano de idade, uma vez contaminadas pelo vírus do sarampo são mais acometidas por infecções oportunistas (viral/bacteriana) e, neste sentido mais propensas às evoluções com gravidade e óbito.

A vacina é a única forma de prevenir a ocorrência do sarampo na população. A meta de cobertura vacinal é no mínimo 95%. É fundamental manter altas e homogêneas taxas de cobertura vacinal em todo o território nacional de modo a minimizar ao máximo os bolsões de suscetíveis, assegurando a eliminação da circulação do vírus no país.

Na rotina dos serviços de saúde, a vacinação contra o sarampo deve ser realizada conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.

Pessoas com idade entre 12 meses até 29 anos

– Crianças a partir de 12 meses de idade, administrar a 1ª dose com a vacina Tríplice Viral e, a 2º dose a partir dos 15 meses até menor de 5 anos com a vacina Tetra Viral, observando intervalo mínimo de 30 dias entre as doses;

– Criança a partir de 5 anos idade com registro de apenas D1 da vacina Tríplice Viral, administrar D2 com a vacina Tríplice Viral, observando intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Considerar vacinada a pessoa na faixa etária entre 12 meses a 29 anos que comprovar 2 doses da vacina Dupla Viral, Tríplice Viral ou Tetra Viral.

Pessoas de 30 a 59 anos de idade

– Administrar 1 (uma) dose, conforme a situação vacinal encontrada. Considerar vacinados aqueles que comprovarem uma dose da vacina Tríplice Viral ou Dupla Viral.

Profissionais de saúde independente da idade

– Administrar 2 (duas) doses, conforme situação vacinal encontrada, observando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Considerar vacinada a pessoa que comprovar 2 (duas) doses da vacina Tríplice Viral.

Eventos Adversos Pós Vacinação

Nenhuma vacina está livre totalmente de provocar eventos adversos, porém os riscos de complicações graves causadas pelas vacinas do calendário de imunizações são muito menores do que os das doenças contra as quais elas protegem.

Mesmo no caso de vacinas mais reatogênicas a análise dos riscos comparativos entre a vacina e as doenças correspondentes mostram claramente os benefícios da vacinação.

A vacinação segura procura garantir a utilização de vacinas de qualidade, aplicar, rigorosamente, as boas práticas de imunização; monitorar os eventos adversos pós-vacinação (EAPV) que, por ventura, possam ocorrer; além de fortalecer alianças com os meios de comunicação com mensagens claras sobre as estratégias, prioridades e segurança da vacinação.

Guia prático de imunizações para trabalhadores da sala de vacinação

Manuais

 

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