Disidrose

Descrição: É uma doença cutânea de origem desconhecida e não-contagiosa. Pode acometer ambos os sexos e em qualquer idade.

Causa: Como se trata de uma doença de causa desconhecida, o tratamento, orientado por um dermatologista, deve ser dirigido para a causa que desencadeou o quadro. Antigamente se pensava que as vesículas representavam gotas de suor que não conseguiam ser eliminadas e ficavam retidas na pele, resultando na palavra “disidrose”. Embora se saiba que a disidrose não tem nada a ver com o suor, a palavra “disidrose”, embora inadequada, continuou a ser utilizada. Foram comprovados alguns fatores associados às manifestações como: estresse (aumentando consideravelmente a incidência de novas vesículas na pele); alergia ao níquel, ingerido através de alimentos. PREVENÇÃO: A melhor prevenção para a disidrose é manter uma boa hidratação da pele, evitar contato com substâncias irritantes, como produtos de limpeza e manter o estresse sob controle, pois há forte participação dele nas crises de disidrose. O tratamento é feito com cremes específicos que na maioria das vezes contém corticoides, com ou sem antibióticos, usados por tempo limitado, associado a hidratantes, mantidos a longo prazo.

Sintomas: Surgimento de pequenas vesículas e bolhas claras com uma área avermelhada na palma das mãos e planta dos pés. Essas lesões podem provocar a sensação de calor e coceira, se transformando posteriormente em descamações da pele.
Os sintomas da disidrose se mantêm de uma a três semanas, podendo levar de semanas a vários meses para aparecer novamente.

Tratamento: Embora não exista uma solução definitiva para a dermatite, pode-se controlá-la através de um diagnóstico, para saber a causa ou os desencadeantes do processo, além do uso de medicações que ajudam a aliviar a coceira, evitam infecções secundárias e aceleram a evolução natural do processo. Como se trata de uma doença de causa desconhecida, o tratamento, orientado por um dermatologista, deve ser dirigido para a causa que desencadeou o quadro. Em casos mais graves é necessário o tratamento via oral.

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