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Notícias

Lacen promove qualificação sobre procedimentos com amostras biológicas

Capacitação de dois dias envolve médicos, biomédicos, enfermeiros e técnicos de laboratório do Hospital Materno-Infantil, também unidade da SES

O Laboratório Estadual de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros (Lacen), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES), realiza nesta terça e quarta-feira, 13 e 14, capacitação de equipe do Hospital Materno-Infantil (HMI) – também unidade da rede pública estadual – sobre procedimentos de coleta, acondicionamento, transporte e cadastro de amostras biológicas para diagnóstico laboratorial a serem realizadas no Lacen. A capacitação, no auditório do laboratório, conta com a participação de 49 profissionais do HMI, entre médicos, biomédicos, enfermeiros e técnicos de laboratório.

Segundo Vinicius Lemes da Silva, diretor-geral do Lacen, o curso, ministrado por técnicos da unidade responsáveis pelas bancadas de cultura bacteriana, tem como objetivo atualizar os profissionais do HMI nos procedimentos envolvendo amostras vinculadas às análises de campos sépticos e cultura de vigilância. Trata-se da análise dos pacientes que dão entrada no HMI e que exijam o controle de sepse, com coleta de sangue e demais líquidos corporais para a verificação da existência de microorganismos patogênicos e também a identificação e monitoramento de bactérias multirresistentes.

“Associadas a esse processo, vamos intensificar uma parceria mais próxima com o Materno, para fazer as culturas de vigilância, que é monitorar pessoas com sepse e também o ambiente como um todo, para minimizar, ou, pelo menos, controlar de forma adequada, a ocorrência de infecções hospitalares”, acrescenta Vinicius. “É um trabalho que está associado à missão do Lacen e do Materno, que é prestar uma assistência com garantia de segurança do paciente”, diz ainda.

Missão da unidade

Vinicius lembra que o objetivo do Lacen nessa área é ampliar esse tipo de trabalho, como parte da missão da unidade, que é fazer a vigilância laboratorial dos agravos de interesse de saúde pública. “A capacitação é rotineira, pois está ligada à diminuição dos erros pré-analíticos, que acontecem antes de a amostra vir para a unidade. Então, já está no nosso escopo de capacitação, é rotineira”, explica.

Entre os assuntos abordados na capacitação, o diretor-geral do Lacen cita a orientação para o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). “Nós cuidamos muito da biossegurança dos profissionais que realizam os procedimentos desde a coleta até o transporte da amostra. Isso se reflete também na segurança do paciente, além da garantia de uma amostra de primeira coleta adequada para análise”, pontua. Ao abordar temas como esse, explica Vinícius, evitam-se as recoletas, os retrabalhos e a insegurança numa análise baseada em amostra inadequada.

“É o que a gente tenta corrigir, com esse tipo de capacitação”, garante, ao lembrar que esse é o papel do Lacen. “Muito mais que prestar assistência, é prestar assistência com qualidade, de acordo com a necessidade que se apresenta. Assim, ao nos aproximarmos de uma unidade hospitalar da rede pública, com serviço prestado de forma adequada, geramos ganho social, ganho na saúde e diminuímos muito os gastos”, finaliza.

José Carlos Araújo (texto) e Erus Jhenner (fotos), da Comunicação Setorial