links de interesse mapa do site webmail

  • A
  • C
  • E
  • G
  • I
  • K
  • M
  • O
  • Q
  • S
  • U
  • W
  • Y
  • B
  • D
  • F
  • H
  • J
  • L
  • N
  • P
  • R
  • T
  • V
  • X
  • Z

Esclerose Lateral Amiotrfica

Imprimir

DESCRIÇÃO: A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é um distúrbio neurodegenerativo, progressivo. Embora incurável pode ser tratável. É uma doença cujo significado vem contido no próprio nome: esclerose significa endurecimento; lateral, porque a doença começa geralmente em um dos lados do corpo; amiotrófica, porque resulta na atrofia do músculo.


CAUSA: Até o momento, não se conhece a causa específica desta doença. Existe sim, a possibilidade de causas multifatoriais onde estariam envolvidos um componente genético, a idade e algumas substâncias do meio ambiente. Mas, a princípio, não se conhece nenhum fator que predisponha à ELA, nem como é possível prevenir o desenvolvimento da doença. Os fatores de risco, com efeito cumulativo (quanto mais características, maior a probabilidade) são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico.


PREVENÇÃO: Não e conhecida nenhuma forma de prevenção. Pode ser recomendado o aconselhamento genético se houver história familiar de ELA.


SINTOMAS: A fraqueza muscular. Essa fraqueza muscular é progressiva, seguida da deterioração dos músculos (amiotrófica), começando nas extremidades, usualmente em um lado do corpo (lateral). Dentro do corpo, as células nervosas envelhecem (esclerose) e os nervos envolvidos morrem, deixando o paciente cada vez mais limitado. Outros sintomas são: fasciculação (tremor do músculo), reflexos exaltados, atrofia, espasticidade e diminuição da sensibilidade. E de todos os sintomas, o mais freqüente é a cãibra. Normalmente a doença começa a se manifestar pelos membros superiores, e eventualmente, pelos membros inferiores.


TRATAMENTO: Não existe tratamento específico. Podem ser tomadas medidas paliativas como cuidados gerais, físicos e psíquicos. Fisioterapia e terapia ocupacional também são recomendáveis.


LINKS PARA PESQUISA (Artigo):
VÍDEOS: